EL LIBRO DE LOS INMIGRANTES

EL LIBRO DE LOS INMIGRANTES
Pídalo a lusodescendientes@yahoo.com.ar

viernes, 30 de enero de 2015

PORTUGAL QUERIDO EN PRESTIGIOSAS UNIVERSIDADES DE ESTADOS UNIDOS

Por gentileza de la Librería Garcia Cambeiro, el libro Portugal Querido se encuentra en las bibliotecas de las siguientes universidades:
The University of Chicago; Harvard College Library; University of Toronto; The New York Public Library; Yale University Library; The Library of Congress; New York University; Miami University; University of California; The Library of Congress; Columbia University Library; Florida International University, University of Texas, University of Pitsburgh; University of Notre Dame.



Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

SEMANARIO DIGITAL DESTACA LA TRAYECTORIA DE LUIS, EL PORTUGUES DEL CHACO

Saiu de Lordelo, passou cinco anos a percorrer a América do Sul e transformou-se num artista apreciado na Argentina
Luís Leal saiu de Lordelo, em Paredes, com 29 anos e passou os cinco seguintes a percorrer a América do Sul de moto. Moto que lhe roubaram quando se preparava para voltar a casa. Sem dinheiro, sem conhecer ninguém e sem falar espanhol, Luís passou fome e dormiu na rua até ser acolhido por uma família argentina.

Hoje, quase três décadas depois de ter deixado para trás uma história que incluía mulher e uma filha, Luís Leal transformou-se num artista de créditos reconhecidos e com direito a expor numa das salas mais emblemáticas da Argentina.

Um ano no Brasil
Luís Manuel Ribeiro Leal nasceu em Lordelo corria o ano de 1955. Filho de pai carpinteiro, diz que nasceu "no meio da madeira" e "já a entalhar". Talvez por isso, quando tinha apenas 11 anos, abandonou a escola e passou a trabalhar na pequena oficina do pai. "Aos 18 anos, fui trabalhar para uma empresa de Sobrado. Mas foi por pouco tempo. Regressei a Lordelo e montei a minha empresa", recorda. Também casou e teve uma filha, mas nem isso o impediu de, em 1985, partir para o Brasil, país onde o avô se tinha radicado e o pai já tinha visitado. "As coisas complicaram-se e não estavam bem a nível familiar", explica.
Luís partiu com sonhos, mas sem projectos. Sabia apenas que podia contar com o apoio de uma família de Lordelo que tinha emigrado para o Rio de Janeiro. "Fiquei em casa deles e, durante um ano, estive perdido da cabeça. Ia para a praia de Copacabana e estava para lá sem me interessar por nada e a olhar para o mar", frisa.

Assaltado e moto roubada
12 meses passados, Luís Leal toma uma decisão que se viria a revelar fulcral: comprou uma moto de grande cilindrada e começou a percorrer os vários países da América do Sul. "A viagem demorou cinco anos. Dormia onde calhava e comia o que podia. Também tinha algum dinheiro do património que tinha vendido em Portugal", esclarece.
Em 1990, o lordelense chegou à Terra do Fogo, a última do continente sul-americano. E decidiu que estava na hora de regressar a casa. "Fui para Buenos Aires para apanhar um barco directo ao Porto. Disseram-me que não havia e que tinha de o apanhar no Brasil", lembra.
E para o Brasil partiu. Porém, quando percorria a estrada que atravessa a província de Santa Fé, ainda na Argentina, foi assaltado. "Um carro bateu-me na traseira da moto e eu caí. Levaram o que quiseram", refere.
Mesmo com ferimentos numa perna, Luís Leal conseguiu chegar a Resistência, capital da província de Chaco, e receber assistência médica. Mas enquanto estava a ser tratado, a sua Honda de grande cilindrada foi roubada. "Estava na Argentina, sem dinheiro, sem mota, sem conhecer ninguém e sem falar espanhol", realça.
Sem muitas soluções, Luís passou a viver na Praça 25 de Maio, a maior de Resistência, e a pedir fruta nas feiras para comer. "Um dia, um rapaz veio ter comigo e disse-me que a mãe queria que eu fosse viver com eles. Estive um ano a morar com essa gente. Arranjei os móveis e pintei a casa para os compensar", conta.

Decorou nove igrejas
Entretanto, Luís Leal conseguiu descobrir a moto roubada a mais de mil quilómetros de distância. Recuperou-a, casou com uma professora universitária em 1993 e manteve-se na cidade. "Fiz mil coisas. Fui professor de português, fiz limpezas e fui jardineiro", diz.
E foi com trabalhos precários que chegou a 2008, ano em que tudo mudou. "Fui assistir a uma missa e reparei que a igreja era um autêntico armazém. Não tinha qualquer decoração. Fui falar com o padre e pedi-lhe autorização para fazer algumas mudanças", revela.
O sacerdote aceitou e Luís Leal começou a fazer, em madeira e talha, o altar e os retábulos. O resultado final, fruto dos conhecimentos adquiridos na oficina de Lordelo, deixou todos impressionados.
Em seguida, o lordelense fez proposta semelhante em nove paróquias e numa das quais – situada num bairro de lata - construiu uma cruz que ainda hoje é comentada. "Ofereci sempre os trabalhos. Nunca cobrei nada e ainda fui pedir a alguns amigos que oferecessem parte da madeira utilizada. É uma forma de agradecer a ajuda que me deram", garante.
O trabalho nas igrejas deu-lhe fama, a mesma que, agora, têm os quadros que já vinha fazendo. Os desenhos são entalhados e depois pintados, criando um relevo que se "pode ver com as mãos". "Os cegos podem ver os meus quadros", assegura. E a crítica argentina dá-lhe razão, pois atribuí-lhe, no ano passado, um prémio por ter "integrado os cegos no mundo da arte".
A fama de Luís Leal já o levou a vários programas de televisão e a expor no Palácio do Congresso da Nação Argentina. "O embaixador de Portugal foi ver a exposição", sustenta.

"Nunca irei regressar a Lordelo"
Luís Leal saiu de Lordelo em 1985, viveu um ano no Brasil, radicou-se na Argentina e viveu em Espanha por um curto período. Voltou à Argentina, país que, garante, será o seu até ao fim dos seus dias. "Nunca irei regressar a Lordelo definitivamente. Só em visita", assegura.
E foi de visita que Luís esteve, na semana passada, na terra que o viu nascer e crescer. "Gosto muito disto. Fico encantado com esta paisagem", afirmou enquanto estava sentado na esplanada de um café lordelense. "Quando era novo percorria estes caminhos todos", acrescenta.

Quadro oferecido a Stevie Wonder
"El portugués" tem uma vida recheada de situações caricatas. Numa delas, soube, ao ler o jornal, que o músico Stevie Wonder tinha um concerto marcado em Buenos Aires e estava hospedado a poucos quilómetros de distância. Extrovertido, como é seu timbre, Luís Leal pegou num dos seus quadros e carregou-o às costas até ao hotel. "Não disse nada a ninguém. Sentei-me no hall de entrada e esperei que o Stevie Wonder saísse. Vinte minutos depois vejo-o a sair do elevador", conta.
De imediato, Luís foi ao encontro do músico cego. "Disse-lhe: tenho aqui um quadro que tu consegues ver. Ele estranhou, mas quando começou a percorrer o quadro com a mão percebeu o que estava desenhado", descreve.
Em seguida, Luís Leal ofereceu o quadro a Stevie Wonder. Este convidou-o para o concerto que deu horas depois.


Batalha legal para recuperar a moto
Foi numa Honda de grande cilindrada que Luís Leal percorreu a América do Sul. O motociclista chega a dizer que terá dormido ao volante durante viagens, em que também mantinha conversas com a moto. Por isso, quando o velocípede foi roubado, Luís Leal recusou-se a regressar a Portugal sem o recuperar.
Encontrou-a, um ano depois, a mais de mil quilómetros de distância. Mas a rábula não tinha ainda acabado. Quando foi buscar a moto, as autoridades argentinas informaram-no que o visto de turista tinha terminado e, como tal, tinha de pagar o imposto e uma multa por continuar no país.
Luís Leal explicou que não regressou à terra natal porque lhe tinha sido roubada a moto, mas o sistema revelou-se insensível. Só após uma intensa batalha legal é que Luís Leal levou a moto para casa.

www.verdadeiroolhar.pt

Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

jueves, 29 de enero de 2015

EL PORTUGUES, ENTRE LOS IDIOMAS MAS HABLADOS DEL MUNDO

O português é atualmente a quarta língua mais falada no mundo, segundo dados apresentados na exposição Potencial Económico da Língua Portuguesa em exibição no Parlamento Europeu. Esta exposição, do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e de uma equipa de investigadores do ISCTE/IUL – Instituto Universitário de Lisboa, tem como missão rentabilizar e projetar o valor de mercado da língua portuguesa através do Parlamento Europeu, em Bruxelas. A exposição, que tem em conta os conteúdos do estudo realizado por investigadores do ISCTE, sob a coordenação de Luís Reto, está patente de 18 a 21 de fevereiro. A língua portuguesa atingiu a sua plena identidade linguística no início dos Descobrimentos, no século XV, e hoje é usada por mais de 250 milhões de pessoas como idioma oficial. Este universo de falantes representa mais de 7% da superfície continental da Terra. São oito os países de língua oficial portuguesa, Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, todos eles países plantados à beira-mar e que representam 4% da riqueza mundial. Tudo indica que em 2050, mais 100 milhões de pessoas se vão juntar ao número de falantes de português. 350 milhões vão manter a língua portuguesa no topo de idiomas mundiais, a terceira mais falada na Europa, depois do inglês e do espanhol. O português é ainda uma das línguas que regista uma das taxas de crescimento mais elevadas nas redes sociais e na aprendizagem como língua estrangeira.

www.ruralea.com

Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

lunes, 26 de enero de 2015

PORTUGAL QUERIDO SIGUE LLEGANDO A LAS BIBLIOTECAS



Además de todos sus atractivos diurnos y nocturnos, la ciudad de Monte Hermoso tiene una cálida biblioteca municipal, con un personal atento a las necesidades del lector y un servicio especial para los turistas.
El director de la institución, Eduardo D. Leoz, recibió un ejemplar de PORTUGAL QUERIDO, que ahora está a disposición de los miles de viajeros que, en verano y durante todo el año, eligen ese lugar de la costa atlántica argentina.

Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

SI VISITA MONTE HERMOSO... allí estamos



La librería "El Tupí Nambá", ubicada en la céntrica peatonal Dufaur, de Monte Hermoso, provincia de Buenos Aires, Argentina, ya tiene el libro PORTUGAL QUERIDO.

Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

QUINTA DA SAUDADE, ORGULLO DE LA COLECTIVIDAD PORTUGUESA EN BUENOS AIRES



Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

EL FANATISMO POR VIOLETTA, DE ARGENTINA A PORTUGAL



Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

DIARIO DE NOTICIAS/ EUROPA SE ESTREMECE CON LA RABIA DE LOS GRIEGOS



Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

miércoles, 21 de enero de 2015

VIANA DO CASTELO/ MEDALLA Y DIPLOMA PARA ESTRELAS DO MINHO

El presidente de la camara Municipal de Viana do Castelo, Sr Jose Maria Costa entrega al Profesor Alberto Rego (Areosa) en representación de Estrelas do Minho la medalla y diploma .

Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

CUMPLE AÑOS AMANDIO GAGO RODRIGUES, NOTABLE COLABORADOR DEL CLUB PORTUGUES DE BUENOS AIRES



Amandio Gago Rodrigues nació el 20 de enero de 1934 en San Bras de Alportel, Algarve y llegó a nuestro país el 30 de mayo de 1951, gracias a una decisión paterna de venta de unas tierras en su ciudad de origen y posterior traslado a éstos puertos. Como a muchos inmigrantes la Argentina le permitió iniciar sus estudios superiores en la facultad de ingeniería, aunque su primer oficio, la mecánica, le insumía mucho tiempo y le fue imposible continuarlos. Sería éste, junto a la adquisición de colectivos y algún otro de menor importancia lo que definiría el sustento de Amandio y su familia.
A mi parecer no es esto lo que lo define en esencia (mas allá de los datos precisos de éste primer párrafo) ni su ocupación, ni su paso por la facultad, aunque sí lo es su ligazón al Club Portugués de la Ciudad de Buenos Aires, al que se unió ni bien llegado a nuestro país y en el que arduamente ejerce un trabajo de voluntariado hasta el día de la fecha, y a sus setenta y ocho años.
Amandio es algo poeta, un amateur de la mandolina, y un gran memorioso al tratarse de letras de fados y canciones folclóricas.

FRAGMENTO DEL TEXTO DE KAREN COGLIANDRO QUE FORMA PARTE DEL LIBRO PORTUGAL QUERIDO


Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

domingo, 4 de enero de 2015

FALLECIO YUDITH MADEIRA, COLABORADORA DEL LIBRO PORTUGAL QUERIDO

A los noventa y dos años de edad falleció en la ciudad de Buenos Aires la señora Yudith Madeira. Su conmovedora historia de niña y adolescente forma parte del libro Portugal Querido. Tuvimos el orgullo de compartir con ella la presentación del texto en el salón Mons. Derisi de la Universidad Católica Argentina. Ella disfrutó a pleno esa tarde de lluvia torrencial y tuvo en vida la alegría de ver su testimonio reflejado para las actuales y futuras generaciones. Fue un homenaje en vida que ella merecia en nombre de tantos inmigrantes portugueses.
La recordaremos en sus gestos de afecto, en su amistad con mi madre y en la confianza que tuvo en nuestro proyecto editorial.

Mario dos Santos Lopes



Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

jueves, 1 de enero de 2015

MARIA GONZALEZ ROUCO, ESPECIALISTA EN HISTORIAS DE LA INMIGRACION, ELOGIA AL LIBRO PORTUGAL QUERIDO

"Crecí escuchando historias de inmigrantes. Mi infancia fue signada por relatos de barcos y de lejanías, por lágrimas y añoranzas. Y además, descubrí muy pequeña el idioma portugués. Mi padre, hijo de gallegos, lo amaba. Los viernes escuchaba una audición radial, tarde en la noche, en la que pasaban temas de Erasmo Carlos, en especial uno que comenzaba con el sonido de un auto de carrera. Me parece escucharlo mientras escribo estas líneas. Muchos años pasaron, mi padre ya no está físicamente, y el recuerdo acude presto.
Al leer esta obra de Mario Dos Santos Lopes, siento que son los míos los que hablan - españoles, italianos, escoceses, judíos - y llego en cada relato al alma de quien lo brindó para contribuir a formar un friso en el que se destacan hombres y mujeres heroicos en su anonimato, niños obligados a hacerse fuertes desde la nada.
Con la elocuencia que da lo vivido en carne propia, esta obra habla de dolores y desarraigos, de guerra y dictadura, y de una nueva tierra en la que se pudo lograr lo más ansiado: la paz. Y habla de mujeres llegadas aquí para encontrarse con un marido que muchas veces no conocían, de hombres que nunca pudieron traer a su familia, de reencuentros después de veinte o treinta años de separación.
Se refiere asimismo a los emigrantes famosos, a las personalidades argentinas que tienen raíces portuguesas, a los portugueses en otras latitudes, aportando datos curiosos y pintorescos.
Es enorme el trabajo que hizo Mario - periodista de vasta trayectoria -, inspirado por su hermano Víctor y secundado por la eficiente hermana de ambos, Andrea, además de los hacedores de esa portada sencilla y decidora.
Para conocer sobre esa inmigración en nuestro país, para verla en acción en el marco de su cultura y en relación con muchas otras comunidades, es que se debe leer.
 La obra de todos, que ha encontrado en Mario una voz genuina y potente, capaz de hacer pensar, reír y soñar"
María González Rouco

Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar

RALLY DAKAR/ ANALIDO AMARO RECIBIO NOTA SOLICITANDO PRESENCIA DE LA COLECTIVIDAD PORTUGUESA PARA APOYAR A HELDER RODRIGUES


Exmo. Senhor
Analido Mendes Amaro
Presidente do Conselho das Comunidades Portuguesas da Argentina
Em nome da agência Glam Sports, representante do campeão do mundo de Todo-o-Terreno Hélder Rodrigues, que irá representar o país na próxima edição do Rally Dakar, e a pedido deste, gostaríamos de vos convidar a mobilizarem elementos da V/ Comunidade para estarem na partida do Dakar.
Como é do vosso conhecimento, o Rally Dakar é uma prova internacional histórica, de grande renome e dimensão, e o Hélder Rodrigues é um embaixador de Portugal em todos os cantos do mundo e já integrou algumas das maiores equipas do mundo, e tem como objectivo vencer a próxima edição do Rally Dakar na América do Sul.
O Hélder gostaria bastante de receber este apoio de todos os portugueses presentes em Buenos Aires, no local da partida (com bandeiras, cartazes, etc..), o que lhe daria um grande ânimo e motivação para esta prova.
O piloto é um dos grandes favoritos à vitória deste que é considerado o evento mais duro do mundo, e esperamos contar convosco neste desafio a que se propõe.
Espero que possamos contar com a apoio de todos os portugueses a este convite do piloto Hélder Rodrigues,
Com os melhores cumprimentos,

Envíe sus textos y comentarios a lusodescendientes@yahoo.com.ar